Frittata de batata com escarola
Almoço de segunda foi resolvido em pouco tempo (que novidade!). Tinha deixado feijão azuki de molho na noite anterior. Troquei a água, cozinhei com um fio de azeite, depois temperei e deixei apurar. Enquanto isso um arroz simples cozinhava numa panelinha pequena. E numa frigideira grande de inox, inventei uma fritatta. Aqueci azeite e manteiga, refoguei alho. Arrumei fatias bem finas de uma batata orgânica bem grande. Fatias feitas com ralador ou mandoline, tá? Bem finas mesmo. Salguei e deixei fritar. Por cima, espalhei folhas de escarola, que tinham sido muito bem lavadas, deixadas de molho, escorridas e grosseiramente picadas. Deixei dar aquela murchada e por cima joguei 4 ovos batidos temperados com sal e pimenta-do-reino moída na hora. Tampei a panela e deixei cozinhar. Ah, sim, usei uma chapa embaixo da panela para evitar queimar as batatas.
Para falar a verdade, se eu fosse de seguir regras aqui neste fogão, deveria ter refogado a escarola à parte. Assim como deveria ter cozinhado a batata antes. Se você procurar receitas de frittatas por aí, vai ver que todas pedem mais de um passo - ou cozinhar a batata, ou fritar e retirar da panela para depois voltar, ou sei lá mais o quê. Mas quando eu leio receitas muito complicadas à minha cabeça só vem a voz da professora do Charlie Brown (bla blablabla blabla). Eu pulo e faço do meu jeito. Às vezes me arrependo. Mas dessa vez - e em todas as vezes que fiz frittata - ficou muito bom.



